quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Sonhos e desejos
As minhas opções afectivas e políticas sempre envolveram lealdade e desejo. Na transparência do meu ser às primeiras palavras ao primeiro olhar descobre-se de imediato o ser que sou
Na perspicácia de quem me observa, me escuta, me lê, me toca, é tão fácil entraram dentro do meu coração, que de traiçoeiro o chamo porque abre todos os meus segredos, aquilo que desejaria resguardar só para mim Mas ele empurra-me para o caos do mundo onde tenho encontrado muitas decepções e me tem feito muita dor e verter muita lágrima.
No abraçar do mundo aveludam-se as perplexidades invertem-se os desenganos quando há amor para dar quando a predisposição assim o permite quando se encara o mundo como sendo o local em que o ser vive em comunhão com os outros seres em harmonia e conciliação
Meu amor é inteiro, não o dou repartido, não vejo o precipício, a ruína a perdição a dor. Vejo apenas a entrega a partilha desse sentimento que explode de dentro de mim e que não é solitário. Não entendo amor deserto árido entendo-o como dádiva de um ser para outro e descoberta compartilhada Um dádiva de si que abrange todos os seres numa interacção potencializada para o afecto para a construção social.
O simbólico
Simbologia da casa no contexto mágico social e religioso
Ao dizer que construía uma cada debaixo de um girassol no meu imaginário entrou o colectivo de abrigo de um certo ineditismo do mágico sócio cultural e religioso e do desejo de morar num local ao mesmo tempo belo acariciador e calmo unindo a tranquilidade que a terra/ chão nos proporciona
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